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Teoria da subcultura delinquente e a criminalização seletiva

Edilene Gomes de Queiroz, Isabelle Lucena Lavor

Resumo


Introdução: O presente resumo discorre, precipuamente, acerca da teoria criminológica da subcultura delinquente. Objetivo: Para tanto, a abordagem se insere na relevância de compreender como ocorre a chamada criminalização seletiva em detrimento do determinismo social em relação às condutas dos chamados “playboys” como comportamentos desviantes, mas nunca criminosos. Métodos: Diante disso, a metodologia respaldou-se em análise qualitativa, a partir de pesquisa bibliográfica de autores criminólogos que abordam a temática no intuito de identificar de que maneira jovens de classes mais favorecidas tornam-se usuários de drogas sintéticas, principalmente o ecstasy, buscando identificar qual/quais a(s) consequência(s) desse determinismo para as ciências criminais, tornando, também, a pesquisa de cunho exploratório, Resultado: para então viabilizar, a partir da teoria da subcultura delinquente, como mecanismo de análise,  a justificação de como os indivíduos de classes privilegiadas, tornam-se criminosos através do pertencimento a um grupo específico, sendo este a subcultura rave, sem que haja a rotulação social. Conclusão/Considerações finais: Desse modo, concluiu-se que a cultura rave é uma das novas formas de subculturas mundiais, onde, em sua maioria, há o consumo de drogas sintéticas pelos ditos playboys, e que não são estigmatizados socialmente pelo fenômeno da criminalidade seletiva.

Palavras-chave


Criminologia; Criminalidade seletiva; Subculturas

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ISSN 2448-1270