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Escola sem partido: a ditadura do medo em uma vila chamada escola

Vanessa Rodrigues de Souza

Resumo


O presente estudo resulta da reflexão sobre a era contemporânea, os valores humanos, a sociedade do medo e os impactos de tais circunstâncias na Educação. Através da apreciação do pensamento de Zygmunt Bauman, em seu livro Modernidade Líquida, e da trama do longa-metragem a Vila (2004), do diretor M. Night Shyamalan, faz-se uma releitura do contexto das escolas brasileiras sob a perspectiva da ameaça do movimento Escola sem Partido aos processos educativos progressistas. A escolha da temática se deve à inquestionável realidade de medo, desconfiança e insegurança promovida, sobretudo, na educação pública brasileira, e vivenciada pela autora em seu cotidiano profissional. A empreitada Escola sem partido tem obtido visibilidade e apoio da grande camada conservadora da sociedade, o que se revela uma ameaça que não deve ser subestimada, apesar de seus fundamentos inconstitucionais e antidemocráticos. O artigo se desenvolve a partir de uma pesquisa bibliográfica e documental de interpretação hermenêutica que busca compreender processos interativos para produzir um sentido prático na construção social da realidade escolar brasileira.


Palavras-chave


Educação; Escola sem partido; Modernidade líquida; Medo; Liberdade

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ISSN 2448-1270